Sandra Annenberg nasceu em 5 de junho de 1968, numa quarta feira.
É a atual âncora do Jornal Hoje exibido pela Rede Globo, de segunda a sábado. A apresentadora e editora-executiva do telejornal divide a bancada com Evaristo Costa.
É casada com o jornalista Ernesto Paglia com quem tem uma filha chamada Elisa.



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Sandra

Sandra em 1992, quando ela ainda apresentava a previsão do tempo do Jornal Nacional! Ela não mudou nada, está muito fofa..



- Postado por: Equipe Annenberg às 22h31
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Sandra na entrevista de sábado do JH

Aqui a Sandra conversou Tiago Camilo do judô, antes dele ir para as Olimpíadas. Veja fotos dela:

Se você perdeu a entrevista assista o vídeo: http://jornalhoje.globo.com/JHoje/0,19125,VJS0-3076-20080809-327176,00.html



- Postado por: Equipe Annenberg às 18h04
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E-mail Sandra Annenberg.

Ela agradece á todos o carinho. ^^



- Postado por: Equipe Annenberg às 08h07
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Ernesto Paglia: “Pequim não se maquiou, passou por uma cirurgia plástica”

Cobrindo seus terceiros Jogos Olímpicos, mas pela primeira vez na China. O reporter Ernesto Paglia conta detalhes do que tem vivido e observado do outro lado do mundo.

Por Alfredo Bokel

Como é o trabalho de um repórter numa cobertura do tamanho das Olimpíadas?

Somos 190 pessoas da Rede Globo na China e o trabalho segue um ritmo industrial. Existe uma organização para que os repórteres não fiquem batendo cabeça, repetindo matérias. A chefia de reportagem é que determina a pauta para cada repórter. A hora de acordar varia, dependendo do que vamos fazer, mas trabalhamos facilmente 12 horas por dia, até por causa da diferença de fuso para o Brasil. E isso é curioso, porque você passa o dia na rua e depois um longo tempo na redação editando as reportagens. E quando eu acordo aqui para um novo dia de trabalho, o telespectador aí no Brasil ainda vai ver a reportagem que eu fiz no dia anterior.

Cada equipe é composta por um repórter, um repórter cinematográfico, um motorista e um intérprete, já que o chinês é uma língua impenetrável para quem não conhece e pouca gente aqui fala inglês. O nosso intérprete é um mineiro, Paulo César Gonçalves, que está estudando medicina oriental aqui. Ele até já receitou remédios para nossa equipe, para quem estava com dor ou se sentindo mal.

Qual a receita para suportar o ritmo intenso de trabalho até o fim das Olimpíadas?

É importante se preservar, porque o evento é longo. Então, sempre que possível, dou uma caminhada matinal, faço um pouco de exercício nos vários parques da cidade, que são muito bonitos e bem cuidados. E é preciso também relaxar, quando não estou trabalhando. Então procuro conhecer um pouco da cultura local. Achei a comida, por exemplo, ótima, diferente da comida chinesa que consumimos no Brasil.

Se pudesse escolher, qual esporte gostaria de cobrir?

Minha equipe deve cobrir o vôlei de praia, mas isso pode mudar ao longo do evento. Gosto muito de vôlei, esporte que pratiquei quando era moleque. E um detalhe curioso: já fiz também esgrima, entendo um pouquinho desse esporte e não faria feio se tivesse que cobri-lo. Mas a verdade é que numa Olimpíada qualquer esporte é fascinante.

O que mais te surpreendeu na China?

Não conhecia o país e minha surpresa foi positiva. Esperava que Pequim fosse uma capital ao estilo do leste europeu, tentando se adaptar ao mundo capitalista, mas é uma cidade muito bem equipada. Muitos dizem que a cidade foi maquiada para as Olimpíadas, mas posso dizer que não. Houve, sim, uma cirurgia plástica completa, que modernizou a cidade. Os Jogos são um marco importante, mas não o objetivo dessa mudança que aconteceu na última década no país. As Olimpíadas são uma conseqüência natural de toda essa abertura do sistema chinês para o mundo e uma grande vitrine, já que falta à China o reconhecimento internacional. Quem dera se Rio, São Paulo ou qualquer outra cidade brasileira recebesse uma maquiagem assim. As coisas aqui foram feitas para durar.

E como você está sentindo de perto a questão política na China?

Se houve uma maquiagem por aqui, foi mesmo na política. A China está mais flexível. Eu até agora não sofri censura no meu trabalho, circulo livremente, há visivelmente uma situação especial para as Olimpíadas. Fiquei um tempão na porta do Palácio do Povo, sede do governo, gravando sem problemas.

Só a entrevista com o presidente Hu Jintao foi um jogo de cartas marcadas. Participei de um momento histórico, foi a primeira entrevista coletiva dada à imprensa estrangeira em cinco anos de mandato. Saí até na fotografia com o presidente e outros repórteres na primeira página do China Daily, jornal controlado pelo Partido Comunista.

Você estranhou os costumes do povo chinês, como cuspir no chão ou comer cachorro?

O governo distribuiu uma cartilha para o povo e está dando certo. As pessoas não estão cuspindo no chão, estão respeitando filas e nos restaurantes não estão servindo carne de cachorro. Não é um prato do dia-a-dia do povo chinês, e sim uma iguaria. Mas quem quiser comer um cachorrinho durante as Olimpíadas, não vai encontrar em nenhum restaurante. Acredito que eles vão evitar esses hábitos apenas durante os Jogos, quando estão sob os olhares do mundo. Depois deve voltar tudo ao normal.




- Postado por: Equipe Annenberg às 19h46
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- Postado por: Equipe Annenberg às 07h50
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Foto da San no Crianca Esperanca



- Postado por: Equipe Annenberg às 18h51
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Sandra Annermberg: “Nós do jornalismo vemos o resultado ao longo do ano”.

Após o show do Criança Esperança, na noite de sábado, a jornalista Sandra Annermberg elogiou o programa e explicou, que este ano, com o diferencial de o programa acontecer no Rio de Janeiro, o calor do público foi mais especial: “Esse é o sexto ano que eu participo. Eu achei que o show foi muito forte, cheio de emoções. As reportagens com as participações da Xuxa e do Renato Aragão estavam muito fortes e foi belíssimo. A entrevista com o pai do João Roberto também emocionou bastante. As pessoas se envolveram com uma emoção muito diferente dos últimos anos. O país estava muito emocionado com todas as histórias de violência contra crianças que nós temos enfrentado. A questão da infância sempre foi urgente. A gente não pode esquecer de nossas crianças”, diz ela.

“Eu sou mãe, nós olhamos para as nossas crianças e vemos que não é justo roubar delas o futuro. E para que elas tenham futuro, precisam de educação, saúde e condições básicas. Eu acho que o Criança Esperança pode ajudar de fato. Nós, do jornalismo vemos, o resultado ao longo do ano. A gente acompanha várias reportagens que são feitas dentro de cada programa para o qual é destinado o dinheiro e as coisas funcionam. Vemos as crianças felizes e atendidas. Doem para o futuro do nosso país. Nós precisamos , todos juntos, trabalhar por isso. Porque depende de cada um de nós. Eu dôo o meu trabalho para isso. Para ajudar as crianças. E as crianças são o futuro”, enfatizou a jornalista.


- Postado por: Equipe Annenberg às 13h48
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Fátima Bernardes e Sandra Annenberg se encontram na Arena do Rio

Fátima Bernardes e Sandra Annenberg subiram ao palco do Criança Esperança para, ao lado de Aloysio Legey, diretor de núcleo do programa, ensaiar o texto que vão falar mais tarde na abertura do espetáculo. As duas deram um abraço carinhoso logo que se viram e mostraram que já estão com as falas na ponta da língua!


- Postado por: Equipe Annenberg às 19h03
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