
Este é nosso novo Layout chamamos de 3.0 por ser o nosso terceiro.
Durante algumas semanas estara sofrendo alterações.Estaremos disponibilizando fotos dela.
Em breve!
Layout by Priscila Fabiana.
Saiba mais sobre Ernesto Paglia
Vencedor do Prêmio C-se 2004 na categoria Repórter - Mídia Eletrônica
Formado pela ECA-USP, ele tem 28 anos de profissão, a maioria deles na TV Globo. Entrou no mercado em janeiro de 79, na rádio Jovem Pan, mas logo depois foi contratado pela TV Globo como repórter e assim continua até hoje. Foi correspondente em Londres por duas vezes, primeiro de 86 a 89 e depois entre 2000 e 2002.
link: http://www.premiocomunique-se.com.br/premio/2007/noticias_interna56.asp
Sandra Annenberg comecou no teatro,fez algumas participacoes em programas de Tv.Exemplo foi o programa o Bronco,protagonizado por Golias. A moca acabou desencanando de atuar , se encantou pelo jornalismo e atualmente apresenta o Jornal Hoje ao lado do gatissimo Evaristo Costa. A reporter tem a maior cara de meninha, mas ja tem uma filha com o marido, o tambem jornalista Ernesto Paglia.



Ernesto Paglia fala para o Revista da TV sobre a experiência que vem adquirindo na cobertura dos conflitos
Nem a experiência adquirida na cobertura de conflitos como a guerra do Irã e Iraque tornaram Ernesto Paglia menos sensível ao que vê em Islamabad, no Paquistão, onde estão milhares de refugiados do Afeganistão. Nesta entrevista, o repórter da Rede Globo revela ter uma visão bem crítica do combate.
REVISTA DA TV: Estar no centro de uma guerra como essa, diferente porque ideológica, é assustador?
ERNESTO PAGLIA: Todo conflito carrega um forte componente ideológico. Mas este de fato é diferente, por ter várias questões em aberto. Ninguém pode aprovar ataques contra alvos civis nos Estados Unidos nem em qualquer outro lugar. Mas será justificado o ataque de uma superpotência a um país já semidestruído por vinte anos de guerra civil? Ser um dos narradores deste momento da História é um privilégio.
REVISTA: Como é sua rotina?
PAGLIA: Há um batalhão cobrindo os ataques para a Globo. Minha participação e a do repórter cinematográfico Sérgio Gilz chamam mais a atenção por estarmos perto do conflito. Diariamente, todos nós monitoramos os acontecimentos, checamos o material das agências de notícias e definimos o que cabe a cada um. O trabalho de campo também traz novos temas. Destacamos sempre o drama dos civis.
REVISTA: Como os paquistaneses reagem aos ataques?
PAGLIA: O Paquistão está dividido. O cérebro entende que é importante apoiar os americanos, por razões políticas e econômicas. Mas a população de maioria muçulmana se põe automaticamente ao lado dos irmãos afegãos.
REVISTA: Em algum momento você esqueceu que era repórter e agiu só como ser humano?
PAGLIA: A realidade dos refugiados exige um exercício de equilíbrio: o distanciamento excessivo não permite que o repórter entenda o drama deles. Outro dia, sem querer, o Sérgio Gilz pisou num tijolo que um refugiado acabara de moldar. Um pequeno prejuízo que me fez sentir imensa culpa. Dei 100 rúpias ao homem, que, ao receber mais que um dia de trabalho assim, caído do céu, deu graças a Alá.
REVISTA: Você teme morrer?
PAGLIA: Não tenho vocação para herói e acho quejornalista é testemunha, não protagonista. Mas é improvável que uma bomba atinja o Paquistão.
REVISTA: A Sandra (Annenberg) fica preocupada?
PAGLIA: Temos contatos diários. Não só por ela ser minha mulher, mas por ser coordenadora do escritório de Londres. Reservamos o fim do dia para tratar das questões pessoais.
REVISTA: Seu trabalho sofre alguma censura?
PAGLIA: O Paquistão é uma ditadura. As visitas a campos de refugiados e áreas de fronteira estão proibidas. Mas há relativa liberdade para fazer outras reportagens.
REVISTA: Quando a guerra acabar, o que você quer fazer?
PAGLIA: Gostaria de fazer reportagens sobre a reconstrução do Afeganistão, de ver os tijolos produzidos pelos refugiados sendo usados para reconstruir escolas e casas. Caso contrário, uma geração de Bin Ladens estará sendo forjada

O Globo Notícia tem uma edição eletrônica exclusiva para o G1, o portal de notícias da Globo.
16/11/07
GROELÂNDIA: 12 ANOS DEPOIS
Fotos da viajem de Ernesto Paglia a Groelândia






"... Eu não sou supersticiosa, mas que existe...isso existe ! É assim que a maioria das pessoas se define. Eu, particularmente, sou bastante cética. Mas gosto da mística da superstição...do que a envolve e todos os balangandãs - fitinha, amuletos, trevos, pés disso e daquilo..."