Sandra Annenberg nasceu em 5 de junho de 1968, numa quarta feira.
É a atual âncora do Jornal Hoje exibido pela Rede Globo, de segunda a sábado. A apresentadora e editora-executiva do telejornal divide a bancada com Evaristo Costa.
É casada com o jornalista Ernesto Paglia com quem tem uma filha chamada Elisa.



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Parabéns!

Finalmente consegui descobrir o dia do aniversário do Ernesto Paglia, é hoje! Então todas nós do blog desejamos à ele toda a felicidade do mundo, muita saúde que é o principal e muito sucesso.



- Postado por: Flávia_ às 22h41
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Conheça os bastidores do 'Jornal Hoje', onde o tempo é controlado a todo instante.

RIO - Já sentada na bancada do "Jornal Hoje", Sandra Annenberg estala os dedos e bebe água enquanto reescreve um dos textos do telejornal, minutos antes de entrar no ar, às 13h15m. A jornalista tinha acabado de avisar ao especialista sobre direitos do consumidor - entrevistado daquela edição de sexta-feira do noticiário -, que o tempo dele havia sido reduzido. Mesmo assim, a conversa acabou "estourando" 30 segundos. Tempo suficiente para "derrubar" uma nota do "JH", mas não para alterar os nervos da apresentadora.

- Fico mais calma e o coração até desacelera nessas situações. Esta semana mesmo uma matéria inteira "caiu" com o jornal no ar - destaca a jornalista, que só conseguiu uma pausa para uma conversa mais longa com O GLOBO depois das 15h, quando encerrou a segunda reunião de pauta do dia, para decidir a edição seguinte do "JH", um dos mais antigos telejornais da TV Globo, que completa 38 anos este mês.

A Revista da TV passou um dia na redação da TV Globo em São Paulo e acompanhou os bastidores do noticiário da tarde. Quando está no ar, Sandra fica atenta à movimentação das duas câmeras do estúdio - ela costuma checar e-mails nos intervalos e durante a exibição das matérias do "JH" -, e usa ponto eletrônico para ouvir as indicações da editora Teresa Garcia.

O tempo é controlado a todo instante. "Faltam dez segundos, câmera 2", sopra a editora no ponto da jornalista, que volta ao ar sorridente após a exibição de uma matéria.

- Tenho que ficar muito concentrada, mas consigo até trocar e-mails com a minha mãe durante o telejornal - revela a apresentadora, que só almoça por volta das 16h (ok, ela come uns biscoitinhos imediatamente depois de sair do ar para segurar o estômago).

Titular do "JH" no fim da década de 1990, Sandra voltou à bancada do telejornal em 2003, depois de uma temporada em Londres. Editora-executiva do noticiário, a jornalista divide a bancada com Evaristo Costa - ex-"moço do tempo" do "JH" - há cinco anos. Ela costuma chegar à redação às 7h30m e vai direto para a maquiagem. E só se dedica integralmente ao telejornal depois de apresentar a primeira edição do boletim "Globo Notícia".

- Depois do "Globo Notícia" eu gravo todas as chamadas do "JH" para a rede, até as 11h30m. E entro nos telejornais locais do Rio de Janeiro e de São Paulo para fazer as chamadas ao vivo - enumera a jornalista, que ancorou sozinha o noticiário naquela sexta-feira: Evaristo estava de férias. - Minha ideia é apresentar de forma mais conversada. Acho que faltava uma coisa mais falada e menos lida. O Evaristo é um cara muito para cima e trouxe uma jovialidade para o telejornal - aponta.

- Entramos no ar na hora do almoço e o público desse horário quer ver uma notícia que ele conseguirá digerir. Estamos falando com donas de casa, estudantes e com as pessoas que conseguem ir para a casa na hora do almoço. O horário permite uma certa descontração - identifica Evaristo, que conversou com a Revista da TV por telefone.

Apontado como o telejornal mais light da emissora, o "JH" já teve em sua bancada nomes como Léo Batista, Marília Gabriela, Leda Nagle, Márcia Peltier e William Bonner. Hoje, investe nesta apresentação mais "conversada" entre os jornalistas da bancada e na interatividade com o telespectador.

- Eu me viciei um pouco nisso. A Central de Atendimento ao Telespectador (CAT) da emissora recebe de 200 a 500 e-mails diários (dali saem sugestões para quadros como "Você faz a notícia"). Imprimo todos e levo para ler em casa. Já li mais de 30 mil mensagens de dezembro para cá. E percebi que o público do "JH" hoje não é mais apenas o feminino. Quando damos dicas de moda feminina, chovem e-mails sugerindo pautas sobre moda masculina - conta Teresa Garcia, mostrando o calhamaço na sua mesa, decorada com um boneco do desenho "Pink e o cérebro". - É do editor do "Jornal da Globo". Nós dividimos a mesa... - completa.

Segundo Teresa, os telespectadores costumam elogiar a forma como as notícias são dadas no "JH".

- Eles dizem que mostramos a informação de forma leve. E também adoram matérias sobre saúde e serviço, mas com detalhes. Não basta o repórter dizer que eles têm direito a algum tipo de benefício. O nosso público quer ver o passo a passo para se conseguir esse benefício - exemplifica a editora. - Eu também noto e-mails enviados por pessoas de todas as classes. Muitos narram questões pessoais - conta Teresa.

- O "Jornal Hoje" tem um formato que abre mais a possibilidade para a interação com os telespectadores e é o telejornal que mais se beneficia disso, com certeza - afirma Domenica Faccioli, editora de conteúdo web do site do "JH".

Até o texto do "JH" é mais coloquial que o dos outros telejornais, para buscar essa aproximação com o telespectador.

- Muitas vezes eu reescrevo as "cabeças" que irei ler. Tentei tirar fora a impostação. Não é assim que a gente fala normalmente - explica uma simpática Sandra, finalmente liberada para almoçar. - Ainda vou levar minha filha ao cabeleireiro - avisou antes de deixar a redação.



- Postado por: Flávia_ às 20h08
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Fotos da San



- Postado por: Evellize_ às 06h34
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Festa do "Troféu Mulher Imprensa"

 Madrugada de terça, pretendo dormir depois de um dia exaustivo e não consigo parar de pensar. Toda ansiedade em subir ao palco e dizer algumas palavras. Por volta de duzentas e vinte pessoas, atrasos, expectativa e finalmente chega o momento. E eu tinha que ser logo a primeira. Lá estou eu novamente com o microfone nas mãos, no lugar que mais gosto.

Começo a falar das centenas de mensagens que recebi nos últimos meses de ouvintes que encontraram meu email, que criaram comunidades no orkut sobre meu trabalho, que querem saber simplesmente como estou. Confesso que ainda me surpreendo com a resposta que o rádio pode provocar e o pouco que sabemos dessas pessoas que estão do outro lado. Elas mostram o que as pesquisas não conseguem alcançar, muito além da classe social a que pertencem, faixa etária e nível de instrução. Mal podemos interpretar o que elas pensam e nada sabemos sobre o que sentem. Arrisco que é justamente isso que deve fazer a diferença daqui para frente, nessa nova comunicação em que todos podem ter blogs e seguidores, onde toda opinião tem valor. E me alegro em perceber que o rádio pode gerar amizade, confiança e fidelidade, tão difíceis nos dias de hoje. Dedico o prêmio aos meus ouvintes.

Logo, mais discursos emocionados de jornalistas de várias categorias. Miriam Leitão, ausente do evento por força da cobertura exaustiva da crise econômica que não dá tregua, lembra em mensagem enviada aos convidados a brutalidade da violência contra a menina de 9 anos estuprada pelo padrasto e a necessidade de nos livrarmos desses horrores. Lúcia Hippolito, pelo quarto ano consecutivo, agradece a preferência e revela que a mulher que faz a cobertura de política precisa ter pele grossa e resistente.

Mas o momento mais marcante acontece com a homenagem à jornalista Alice Maria pelos anos prestados ao jornalismo e em especial à TV Globo, onde entrou como estagiária, passou por todos os postos e chegou à chefia. Ela, que também é reponsável pelo projeto pioneiro da Globonews, confirma que esse casamento é para toda vida. 

Parabéns a todas nós mulheres e jornalistas que conhecemos tão bem o que é deixar de lado a família e os filhos, os momentos de lazer e outras regalias, no dia-a-dia, nos feriados, faça chuva ou faça sol, pelo amor a essa profissão!

Estas foram as premiadas com o "Trofeu Mulher Imprensa" de 2008:

Categoria 1 - Âncora de rádio
Roxane Ré (ex-CBN)

Categoria 2 - Âncora de telejornal
Sandra Annenberg ("Jornal Hoje"/TV Globo)

Categoria 3 - Repórter de jornal
Karen Viscardi (Jornal do Comércio/RS)

Categoria 4 - Repórter de rádio
Roseann Kennedy (CBN)

Categoria 5 - Repórter de revista
Eliane Brum (Época)

Categoria 6 - Repórter de site de notícias
Gabriela Guerreiro (Folha Online)

Categoria 7 - Repórter de telejornal
Sônia Blota (Band)

Categoria 8 - Repórter fotográfica de jornal ou revista
Simone Marinho (O Globo)

Categoria 9 - Colunista de jornalismo impresso
Miriam Leitão (O Globo)

Categoria 10 - Comentarista ou colunista de rádio
Lúcia Hippolito (CBN)

Categoria 11 - Diretora ou editora de redação (qualquer mídia)
Mariza Tavares (CBN)

Categoria 12 - Assessora de Imprensa
Eliana Araújo (Ministério do Planejamento)

Categoria 13 - Prêmio Especial
Alice Maria - (TVGlobo e Globonews)

O "Troféu Mulher Imprensa" é realizado pela revista e portal IMPRENSA, com apoio de Maxpress e Aberje e todo ano homenageia as mulheres que tiveram destaque no jornalismo.



- Postado por: Evellize_ às 17h32
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Sandra Annenberg recebe o 'Troféu Mulher Imprensa'

Apresentadora do "Jornal Hoje", Sandra Annenberg recebeu ontem, terça-feira, dia 10, o "Troféu Mulher Imprensa", na categoria âncora de telejornal, num evento realizado no Bar Brahma, em São Paulo.  A quinta edição do prêmio, o único no Brasil destinado a reconhecer o trabalho de jornalistas mulheres, teve o apoio de O Boticário, representado pelo presidente da marca, Artur Grynbaum.

- Acreditamos na beleza da mulher e também na personalidade das pessoas, naquele brilho interno chamado talento. Na beleza de um trabalho, de uma ideia inovadora - disse Grynbaum.



- Postado por: Evellize_ às 17h30
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Troféu Mulher Imprensa" premia vencedoras da quinta edição em noite de festa

Na noite da última segunda-feira (09), foi realizada nas dependências do Bar Brahma, no centro da cidade de São Paulo (SP), a festa de entrega dos troféus da 5ª edição do "Troféu Mulher Imprensa", realizado pela revista e portal IMPRENSA, em parceria com Aberje e Maxpress, e apoio de "O Boticário" e General Motors (GM).

A festa, apresentada pela jornalista Soninha Francine, contou com a participação de dez das treze jornalistas premiadas, entre elas, Lúcia Hippolito (CBN), Sandra Annenberg (TV Globo), Mariza Tavares (CBN), Sônia Blota (Band), Gabriela Guerreiro (Folha Online), Roxane Ré, Eliane Brum (Época), entre outras.

Adolfo Vargas
Vencedoras da quinta edição do "Troféu Mulher Imprensa"

Em uma delicada homenagem aos presentes, o colunista do jornal O Estado de S. Paulo, Ethevaldo Siqueira, subiu ao palco e executou duas músicas com seu violino. Mais tarde a noite seria encerrada com apresentação da cantora Mariana Belém, filha de Fafá de Belém.

Contribuição ao Jornalismo

Nesta sua quinta edição, o "Troféu Mulher Imprensa" criou uma categoria especial, que visa homenagear uma mulher em razão do seu trabalho em prol do desenvolvimento do Jornalismo no país. E foi Alice Maria Tavares Reiniger, a primeira mulher no Brasil a comandar uma central de Jornalismo - neste caso, a da TV Globo - e, mais tarde, a responsável pela implantação do canal de notícia Globo News, a escolhida para receber o "Troféu Mulher Imprensa de Contribuição ao Jornalismo".

Adolfo Vargas
Sinval de I. Leão entrega troféu à Alice Maria

Em seu discurso, Alice lembrou de Armando Nogueira, responsável por sua entrada na TV, em 1966. "Devo agradecer ao Armando Nogueira, um homem que acreditou no trabalho de uma pessoa muito jovem e uma mulher", disse. E completou. "Agradeço também à minha filha, que desde o primeiro mês de vida, dividiu a mãe com o telejornalismo", disse ao receber seu troféu das mãos de Sinval de Itacarambi Leão, diretor e editor responsável da revista IMPRENSA.

Sobre o "Troféu Mulher Imprensa"

Criado há cinco anos por IMPRENSA, com apoio da Aberje e do Maxpress, o "Troféu Mulher Imprensa" é uma homenagem às mulheres que mais se destacaram no jornalismo brasileiro.

A primeira fase do prêmio consistiu em um colégio eleitoral, no qual jornalistas de todo o Brasil - escolhidos aleatoriamente e quantitativamente por região, via mailling Maxpress - indicaram, por livre escolha, as mulheres que tiveram mais destaque em 2008, em cada uma das categorias listadas.

Adolfo Vargas
Cerca de 250 pessoas compareceram ao evento

Neste ano, o troféu premiou 13 categorias, sendo elas: âncora de rádio, âncora de telejornal, repórter de jornal, repórter de rádio, repórter de revista, repórter de site de notícias, repórter de telejornal, repórter fotográfica de jornal ou revista, colunista de jornal impresso, comentarista ou colunista de rádio, diretora e/ou editora de redação (qualquer mídia) e assessora de imprensa. A 13ª categoria é especial, na qual a redação da revista e do portal IMPRENSA, a ABERJE e o MAXPRESS, escolheram uma jornalista a ser homenageada.

A votação da segunda fase foi aberta ao público, sendo que as cinco mulheres mais votadas na primeira fase, em cada uma das 12 categorias, foram apresentadas através de cédulas eletrônicas. Cada internauta teve direito a um voto por e-mail. No final da votação, a mais votada de cada categoria foi considerada a vencedora.

Clique aqui e conheça as vencedoras desta edição.



- Postado por: Evellize_ às 16h53
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Fotos da San



- Postado por: Evellize_ às 20h08
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sandra Annenberg fazendo a primeira entra ao vivo da copa copa da alemanha para jornal hoje



- Postado por: Paola às 09h44
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charme da sandra continua

O charme continua

Patrícia Poeta deixou o cargo de apresentadora da primeira edição do SPTV, mas o jornal não perderá o charme. Sandra Annenberg, recém-chegada de uma temporada de dois anos em Londres, assumirá o posto a partir do dia 6. "Vivi uma das experiências mais intensas da minha vida. Desafio atrás de desafio. Coordenar um escritório internacional durante uma guerra foi um aprendizado e tanto. Mas a idéia não era ficar lá pra sempre, a terra brasilis está no sangue. Volto para casa: São Paulo. E nada melhor do que fazer o SPTV primeira edição para ter esse reencontro com a cidade. Afinal, sou uma paulistana daquelas, nascida na Avenida Paulista, meu!", declarou animada.



- Postado por: Paola às 09h38
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sandra Annenberg fala a revista manequim sobre sua vida profissional e pessoal !!!

todas as noites de domingo ela esbanja charme e beleza no programa global fantástico, narrado,via satélite , os últimos acontecimentos, aqui ela repete a dose, contando tudo sobre sua vida.

 

 

Divertida, simplática, linda e timida.Timida?? foi o que a sandra anneberg alegou ao ser flagrada pelo fotógrafo jão Delbúcio,de máquina em punho, registrando sua chegada ao estúdio abril. A equipe de MANEQUIM conchuiu que não passava de brincadeira, diante de sua desenvoltura e seu senso de humor.

Acompanha de uma das três irmãs, fabiana de 14 anos( essa sim, timida de carteirinha tudo), sandra não demorou a entra no camarim para viver como ela

mesmo diz , um momento de glória " :

" Na televisão, a gente não faz superprodução, apenas um make up superficial e pronto, nada de se preocupar com detalhes ".

 

acontecendo, as

oportunidades vão surgindo

e eu vou no embalo,

realiza tudo !!

 

como justificar suas mil e uma faces? Sandra confessa que nunca planejou nada em sua vida profissional: " As coisas vão acontecendo , as oportunidades vão surgindo e eu vou no embalo, realizando tudo ".

 

 

Entregue aos cuidados do cabeireiro e maquiador Celso kamura, preparando-se para sessão de fotos, ela discorreu, num bate-papo descontraidos, sobre trabalho, lazer, beleza e moda.

Antes de conhecer sandra Annenberg na telinha como a " moça do tempo " nos telejornais SP já e jornal nacional e como apresentadora do fantástico, todos da Rede globo, certamente você já tinha visto seu rosto em pelo menos um dos ciquenta comerciais registrados em seu curriculo. ou então, que sabe, nos seriados ( chapadão do bugre da bandeirantes e tarcisio e glória, da globo ), nas novelas ( pacto de sangue, também da globo, e cortina de vidro, do SBT) ou em programas variados, apresentados esporte, música, entretenimento (Crig-RÁ, do olhar Eletrônico exibido pela abril video: tv Franchising, da Record: show do esporte e tv Criança, da bandeirantes: grandes Concertos e vitória, da cultura). Há doze anos mergulhada na carreira televisiva ela entrou para mundo do jornalismo pra valer, sem previsão de saida Aos 26 anos, além de apresentadora, ela acumulada a função de repórter no Fantástico .

 

mas era paulista da gema não é só trabalho. As horas livres são dedicadas ao cinema ( '' se desse tempo, iria todo dia''), á casa ( vive ajeitando " as coisas '' ), aos prazeres da mesa ( não resiste a um belo sushi ). quando o assunto é comida, aliás, sandra não abre mão de nada ; até se julga o antiexemplo nos cuidados com a estética : "Não ficou presa a dietas, como de tudo.

Não dispenso um bom churrasco nem viro a cara sanduiches ".

No entanto, no dia a dia, se farta de saladas , carnes brancas e arroz integral. " Porque é gostoso, não para manter a linha. " Esse capitulo anda meio esquecido na sua vida de sandra.

Durante muito tempo dançou, sapateou e fez hidroginástica, mas confessa que lhe falta disciplina e o máximo que consegue agora é pedalar na bicicleta ergométrica toda amanhã, enquanto lê jornais. E assim ela vai equilibrando seus 54 quilos em 161 metro de altura.

Germiniana típica , o gênio inquieto e a necessidade de estar constantemente mudando se refletem em seus guada-roupa , nas mistura de estilos : "Visto tudo, inchusive o bom e velho jeans como camiseta branca o tênis. Só não uso comfrequencia minissáias; apesar de ajudar a alongar meu tipo mignon, as pernas, prefiro insinuá-las '', explica. Mas para fazer a nossa capa ela não só colocou mini como gostou da composição com blazer: " Taí uma roupa que eu teria no meu armário para ir a uma festa "; animase, para em seguida voltar a falar se sua pouco intimidade com a Câmera fotográfica. todos os seus arugumentos foram em vão : sandra é simples fantástica !

 

 



- Postado por: Paola às 09h27
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Jornalismo.Sandra Annenberg e Evaristo Costa foram responsáveis por dar mais dinâmica ao noticiário

São Paulo. "Não é todo casamento que dura cinco anos". Essa foi a frase de Sandra Annenberg, 40, ao ser informada de que completaria cinco anos ao lado de Evaristo Costa, 32, na bancada do "Jornal Hoje" (Globo). "Nem tinha me tocado que estávamos completando tanto tempo juntos. Só soube a partir do pedido dessa entrevista", revelou a jornalista, que trabalha na Globo há 17 anos. Mas, ao contrário de muitas relações, o homem desse casamento se lembrava muito bem da data. "Como poderia me esquecer? Falaram que eu começaria na apresentação só em março de 2004, mas no começo de fevereiro me chamaram para começar. Lembro que fiquei muito nervoso", conta Evaristo, há dez anos na emissora. Ao dividir a bancada do telejornal, que vai ao ar das 13h15 às 13h45, e passar oito horas na produção do programa, os jornalistas ficaram amigos.

Os dois foram responsáveis por dar uma cara mais dinâmica à atração, que completa 38 anos na programação da Globo em 21 de abril. A responsabilidade da dupla é grande, afinal, já passaram pela bancada do "Jornal Hoje" nomes como Sérgio Chapelin, Leda Nagle e Carlos Nascimento. "Tivemos um entrosamento muito grande, como em nossos diálogos. O nosso pingue-pongue é a parte mais gostosa da apresentação", diz Sandra, referindo-se aos comentários que s fazem ao fim das reportagens. "Tentamos fazer os comentários que as pessoas que estão assistindo em casa fariam sentadas no sofá. Claro que eles precisam ser curtos porque o tempo conta muito", explica Evaristo. Além de apresentarem o programa, os dois desempenham outras funções na atração: Sandra é editora-executiva, e Evaristo, editor. "Passo mais tempo com ele do que com minha família", diz Sandra.

Passo a passo

1971: O "Jornal Hoje" entra no ar, com apresentação de Léo Batista e Luís Jatobá

1974: Inova com crônicas de Rubem Braga, colunas de Nelson Motta e Rubens Ewald Filho

1981: Com apresentação de Leda Nagle, investe na cobertura de turismo e de celebridades

1991: Passa a ser apresentado por Valéria Monteiro e Márcia Peltier

1999: Sandra Annenberg se torna apresentadora. Depois, Carlos Nascimento assume o jornal, ao lado de carla vilhena

2003: Sandra Annenberg volta ao jornal e o apresenta ao lado de Nascimento. Volta a investir no formato de revista eletrônica

2004: Em fevereiro, Evaristo Costa passa adividir a bancada com Sandra Annenberg

 



- Postado por: Evellize_ às 14h43
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Madrasta do pai de Barack Obama no 'Jornal Hoje'

O  repórter da TV Globo Ernesto Paglia posa no Quênia com dona Sarah, madrasta do pai de Barack Obama, e o cinegrafista Rogério Rocha. Paglia e Rogério viajaram pelo país africano para gravar uma série de reportagens que estreia amanhã no "Jornal Hoje", por ocasião da posse do novo presidente americano. Serão cinco edições mostrando os conflitos raciais, a cultura local e o turismo naquele país.

 



- Postado por: Evellize_ às 17h54
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Foto da San



- Postado por: Evellize_ às 09h18
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Paglia conta como curso ajudou na África

O aprendizado de técnicas de segurança levou o experiente repórter da Rede Globo, Ernesto Paglia, a tomar cuidados não muito comuns no trabalho da imprensa em situações de conflito e violência. Ele cobriu a viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a Cúpula África-América do Sul, no final de novembro, na Nigéria, onde os jornalistas eram advertidos pelos diplomatas de que poderiam estar sujeitos a situações de risco. Paglia diz que encontrou uma cultura especializada em tirar proveito dos estrangeiros, mas que as técnicas ensinadas no curso, realizado pelo International News Safety Institute (INSI) em parceria com a Abraji, o ajudaram a ficar um pouco mais preparado para estas situações.

O treinamento aconteceu entre os dias 6 e 17 de novembro, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Durante o curso, 107 profissionais da mídia receberam dicas de segurança pessoal, implantação e planejamento de contingência, gerenciamento de conflito, primeiros-socorros, armas menores, roupas à prova de bala, seqüestro e estresse pós-traumas. O programa se propôs a atender às necessidades de segurança na cobertura de matérias investigativas ligadas à violência nos grandes centros urbanos.

Confira a entrevista com o jornalista Ernesto Paglia:

Como foi a chegada a Abuja?
Fomos recebidos pela embaixada brasileira. O diplomata logo disse para ter cuidado com a bagagem, não usar cartão de crédito nem para pagar o hotel. Também orientou que não deveríamos sair sozinhos e, se saíssemos, era conveniente dizer para onde e a que horas voltaríamos. O clima era de ameaça no ar e ficamos num ambiente restrito. Na sexta-feira, depois do evento, tínhamos um dia de folga, justamente aquele que é considerado o dia sagrado para os muçulmanos. Decidimos dar uma volta pela cidade para conhecer os pontos turísticos. Pegamos um taxista conhecido do hotel.

Que tipo de ameaça era essa?
Nos disseram que o ambiente era potencialmente hostil, principalmente nas questões financeiras. Há um caldo de cultura de tirar proveito do estrangeiro. Um homem chegou a se aproximar com uma conversa muito estranha. Disse que o pai tinha morrido e que ele tinha herdado uma empresa milionária e estava procurando um sócio. Nós, brasileiros, não caímos muito nessas histórias. Mas os turistas europeus, por exemplo, podem correr esse risco.

E como foi esse passeio pela cidade na sexta-feira?
Visitamos uma mesquita e assim que desci do carro, lembrei de várias dicas do curso. Alguns colegas queriam sair, dispersar para procurar pautas, o que é típico da imprensa nesses casos, porque todos têm a obrigação de conseguir um material diferente, uma foto exclusiva. Mas alertei para pensarmos numa rota de fuga caso houvesse algum conflito no local. A mesquita fica próxima de uma igreja cristã, então deveríamos estar preparados. Deixamos o carro perto e pegamos o taxista também para ser o nosso guia. Ou seja, montamos um plano B, o que raramente fazemos no dia-a-dia das reportagens.

Vocês conseguiram entrar na mesquita, entrevistaram algum muçulmano?
Tentamos entrar, mas não conseguimos. Disseram para a equipe não tirar fotos, porque as pessoas poderiam se sentir ofendidas. Os colegas acabaram fazendo imagens discretamente.

E quais foram as maiores dificuldades?
Jornalista pensa que é invulnerável, que está acima de qualquer suspeita. E nós ali éramos rapidamente identificados como estrangeiros, principalmente por causa da cor da pele. Felizmente não houve nenhum conflito maior, mas tivemos todo o cuidado possível.



- Postado por: Evellize_ às 18h49
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1997

 Fonte :http://g1.globo.com/jornaldaglobo/0,,TLA1027-16024,00.html



- Postado por: Liny Felix às 09h59
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